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quinta-feira, 19 de maio de 2011

10 VALORES PARA ENSINAR A SEU FILHO...


Bom...como nem só de festa é feita a vida,
vai haver momentos que precisamos usar de psicologia para ensinar nossos filhos.
Segue um post muito interessante sobre o assunto...

Mãe com filho


Com suas lições, seu filho será um adulto maduro, feliz e responsável. Confira os valores que você precisa ensiná-lo:


1. Amor-próprio

O que? Autoestima, confiança na própria capacidade, coragem pra enfrentar qualquer obstáculo.

Como incentivar: quando ele fizer uma crítica, condene só o comportamento, não a própria criança!

2. Comunicação

O que é? Saber expressar suas ideias de forma clara e sempre na hora certa.

Como incentivar: conversem sobre assuntos variados, incluindo os polêmicos.

3. Autocontrole

O que é? Respeitar os próprios limites, traçar metas e eleger prioridades.

Como incentivar: estabeleça uma rotina que ajude a conciliar o lazer e a lição de casa.

4. Convivência

O que é? Aceitar pessoas de estilos, valores e crenças diferentes.

Como incentivar: mostre como respeito, educação e bom humor facilitam a vida.

5. Criatividade

O que é? Usar a imaginação para descobrir saídas variadas para um mesmo problema.

Como incentivar: programe idas ao cinema, teatro, exposições e espetáculos.

6. Escolha

O que é? Decidir para qual lado seguir, diante de um problema, analisando os prós e os contras.

Como incentivar: convide seu filho para participar das decisões em família e valorize sua opinião.

7. Iniciativa

O que é? Apresentar soluções surpreendentes para problemas, de livre e espontânea vontade.

Como incentivar: resista com unhas e dentes à tentação de resolver tudo no lugar do pequeno.

8. Honestidade

O que é? Ser verdadeiro, não fazer fofoca e fugir do "jeitinho brasileiro".

Como incentivar: diga a ele que a melhor resposta para tudo é sempre a verdade.

9. Jogo de cintura

O que é? Ter uma grande capacidade de adaptação para lidar com mudanças.

Como incentivar: dê o exemplo, não seja tão rígida em seus pontos de vista e atitudes.

10. Maturidade

O que é? Mesclar uma boa dose de disciplina com um caminhão de responsabilidades.

Como incentivar: peça ajuda nas tarefas domésticas e ensine a diferença entre "querer" e "precisar".


Bem meninas...será muito interessante se você deixar sua opinião sobre o assunto.
Não saia sem comentar...
Bjusss,

KAKAU

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

TUDO SOBRE CHUPETA...


GRANDE VILÃ?

Poucos assuntos no universo de quem tem filhos causam tanta polêmica quanto o uso da chupeta. Na Europa, esse tema ganhou um novo capítulo. Uma clínica inglesa lançou um tratamento exclusivo para crianças que têm o vício de chupar o dedo. O atendimento é feito por uma equipe multidisciplinar, que inclui de psicólogo a fonoaudiólogo. O fundador, Neil Counihan, decidiu abrir o serviço depois de anos tratando crianças com problemas dentários sérios, como mau posicionamento dos dentes e formação do maxilar, causados pelo hábito. Muitas vezes, o dedo é substituto imediato da chupeta, e é aí que a polêmica começa. Os especialistas dizem que nem o dedo nem a chupeta devem ser estimulados. Mas, o que fazer quando você já tentou tudo e o bebê continua chorando? Não há consenso. Alguns dizem que é melhor deixar chupar o dedo porque, à medida que cresce, a criança abandona o vício porque precisa das mãos para explorar. Os que contra-argumentam afirmam que, na hora de dormir, o dedo volta para a boca, e a chupeta pode ser retirada ou a própria criança cospe. No Brasil, os especialistas afirmam que há mais crianças usando a chupeta – certamente mais da metade usa em algum momento nos dois primeiros anos de vida.

Nos Estados Unidos, ela é recomendada – uma das razões é prevenir contra a morte súbita. A Sociedade Brasileira de Pediatria é contra. “Não indicamos, mas se você não consegue fazer com que os pais não deem, tem de dizer como usar e quando parar”, diz Adalberto Stape, pediatra do Hospital Albert Einstein (SP). É como a letra da música “Tchau Chupeta”, do grupo Pequeno Cidadão, que diz: “Todo mundo uma hora tem que se libertar” . Se você optou por dar, veja as respostas para as principais dúvidas que surgem nesse momento.

Tudo sobre chupeta

Qual o modelo indicado? O ortodôntico (a informação está na embalagem); que seja indicado para a idade do seu filho; que tenha bico de silicone, e não de látex; com formato anatômico e furinhos nas laterais.

Como cuidar? Depois de comprar, lave a chupeta com água e sabão neutro. Esterilize em água quente por cinco minutos, seja no fogo ou no micro-ondas. Faça isso uma vez por dia. Quando a chupeta cair no chão, lave imediatamente com água corrente e sabão neutro. Se notar que o bico rachou, está pegajoso ou com qualquer outra alteração, é hora de trocar.

Quando meu filho pode usar? Alguns médicos liberam o uso quando a criança passa por algum momento de ansiedade, como a entrada na escola e até mesmo quando não consegue dormir. “Serve como uma possibilidade de acalmar a mãe e o bebê e auxilia no desenvolvimento emocional. Mas ficar com ela por muito tempo não vai fazer bem”, afirma Eloisa Tavares de Lacerda, psicanalista e fonoaudióloga da PUC-SP. O uso indiscriminado pode causar vários malefícios, que vão desde um maior risco de infecções por bactérias até a elevação do céu da boca. Mas a chupeta, por si só, não é uma vilã. O problema é o uso que se faz dela. Por isso é tão importante prestar atenção no tempo que o seu filho fica com ela na boca – quanto menos, melhor – e fazer a transição para que ele pare de usá-la (leia ao lado). Veja o que fazer em casos específicos:

• Primeiros dias do bebê: os especialistas dizem para os pais insistirem em não dar a chupeta. Mas o que fazer se a criança usa o peito como chupeta? Aí... tudo bem dar, eles dizem.

• Hora de dormir: a maioria das crianças cospe a chupeta naturalmente durante o sono. Se ele não fizer isso – e você ainda estiver acordado – pode tirar.

• Pendurada na fralda ou na roupa: não deixe, de jeito nenhum. Isso só estimula o uso. Também não é legal deixar chupeta espalhada pela casa.

Fonte da matéria: http://revistacrescer.globo.com

www.qwickstep.com

E você...o que acha do uso da chupeta? Espero seu comentário...

Beijinhos,

Kakau!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

DICAS PARA TER FILHOS FELIZES E AMOROSOS...

Foto: Getty Images

Não existe tradução mais precisa para a palavra amor do que a relação entre mãe e filhos. Alguma dúvida? Pergunte a qualquer mulher se há amor mais forte do que o da mãe por seu pequeno.

Mas é na própria intensidade desse amor que reside o principal conflito das mães modernas: a inevitável culpa por terem de se afastar dos seus filhotes por causa do trabalho. Aí está também a origem do problema mais comum na educação das crianças e adolescentes nas últimas décadas: a falta de limites, fruto da tentativa das mães de compensar a ausência fazendo as vontades dos pequenos. O resultado são filhos rebeldes e brigas frequentes.

A atriz Flávia Alessandra, de 32 anos, sabe o que é ter de se dividir entre as gravações das novelas e a atenção requisitada pela filha, Giulia. ''Para mim, a solução foi levar a sério a qualidade do tempo que temos juntas'', afirma. ''Ajudo nas pesquisas da escola, andamos de bicicleta, damos banho no cachorro. À noite, ela prepara uma pizza e eu sou a ajudante'', enumera. A atriz também procura fazer-se presente no dia-a-dia da filha. ''Um dia, levei do Projac uma lagarta para ela mostrar na escola quando estava estudando a metamorfose. Foi um sucesso!''

A atriz estimula o carinho da filha antecipando-se nas manifestações de afeto. ''A atitude dos filhos é um reflexo da nossa. Quando a Jujuba chega cansada da escola, faço uma massagem nela. Dia desses, cheguei do trabalho exausta. Então, ela disse que ia me fazer uma 'supermassagem!' '', recorda. ''Amor é isso!''


Ame a sua mãe para ser amada por seus filhos


O tratamento que você dá aos seus pais é o referencial para seus filhos sobre como devem tratar você quando forem adultos. Por isso, dê o exemplo:

. Mesmo casada, não se esqueça dos seus pais, para não ser esquecida por seus filhos quando eles constituírem a família deles.

. Perdoe. Não deixe que as brigas impeçam você de gozar da cumplicidade e do amor infinito da sua mãe. Aceite as limitações dela e evite discussões desnecessárias.

. Cuide. Os anos invertem a relação de dependência entre filhos e pais. Tenha paciência com os atritos que vêm com a idade.


Regule a TV

No Brasil, as crianças passam em média seis horas diárias na frente da TV, uma companhia que tem influência direta na formação deles. TV em excesso gera isolamento e a programação inadequada pode transmitir valores incorretos. Saiba como inverter essa equação:

. Uma boa medida para calcular o tempo de exposição à telinha é comparar o número de horas que a criança passa diante da TV e o tempo que passa com você.

. Avalie: os programas que você e seu filho vêem trazem informações interessantes para seu filho?

. Proporcione alternativas. Passeios, circo, livros infantis, brincadeiras, esportes e conversas são opções para deixar seus filhos menos dependentes da telinha.


Façam as refeições juntos

A correria do dia-a-dia deixa pouco tempo para os almoços em família, fundamentais para a união familiar. Entenda por quê:

. As refeições à mesa são o espaço ideal para o diálogo, permitindo aos pais aproximar-se dos filhos sem parecer indiscretos.

. Da mesma forma, é mais fácil para os filhos se abrir nesses momentos do que se tivessem de procurar os pais para se aconselhar..,

. Os almoços de domingo reforçam a identidade da família. Eles promovem um encontro de gerações, colocando os mais jovens em contato com o carinho e os ensinamentos dos avós, inculcando neles o respeito e a tolerância aos mais velhos e o amor à família.


Imponha limites

Ao contrário do que muitas mães pensam, a atitude permissiva não reforça os vínculos com os filhos.

. Uma pesquisa norte-americana com 1.000 crianças e adolescentes revelou que só 10% deles desejavam passar mais tempo com suas mães. Porém, 65% reclamavam que elas não sabiam o que se passava na vida deles. Conclusão: mais do que a quantidade de tempo dedicado a eles, os filhos sentem falta de atenção real por parte dos pais. ''Não adianta preparar um café caprichado, e não ouvir o que seu filho tem a dizer'', diz a coordenadora do estudo, Ellen Galinsky.

. Muitas das travessuras das crianças ou desfeitas dos adolescentes têm como objetivo chamar a atenção dos pais. Por isso, a mensagem que fica após uma bronca ou castigo é: ''Minha mãe se importa comigo''.

. A atriz Flávia Alessandra não abre mão das broncas quando necessário. ''Minha estratégia é o castigo da subtração: se a Giulia errou, tiro a boneca que ela mais gosta, por exemplo'', diz ela.

MAIS 6 DICAS PARA CRIAR FILHOS AMOROSOS...

por Vanessa Vieira

Demonstre amor

Deixe seus filhos saberem o quanto você os ama. Você pode fazer isso de várias formas:

. Abrace e beije. O abraço apertado quando seu filho volta da escola e o beijo antes de dormir fazem toda a diferença. Se o seu filho evita o contato físico, tome você a iniciativa de abraçá-lo, mesmo que ele resista inicialmente.

. Surpreenda com bilhetinhos no caderno ou na lancheira. Deixe uma cartinha com uma declaração de amor no quarto do seu filho ou filha adolescente.

. Elogie. Valorize as qualidades e acertos do seu filho. Saber que você o admira faz com que ele se sinta seguro e amado.


Abra espaço para a sinceridade

Pais muito rígidos acabam estimulando as mentiras por fazer com que os filhos temam assumir seus erros.

. Se o seu filho vier contar que fez algo que você condena, não repreenda antes de escutar nem dê um castigo desproporcional. Se ele está arrependido, tem que arcar com as conseqüências de seu ato, não com agressões.

. Ao castigar, critique o erro de seu filho (ter deixado de arrumar o quarto) e não a pessoa dele (chamá-lo de irresponsável, sujo). Não insulte seu filho em sua auto-estima.


Ajude no dever

Controlar os cadernos demonstra para a criança que a mãe se preocupa com o que se passa com ela no ambiente escolar, com suas vitórias e derrotas. Esse hábito também permite a você saber como anda a vida pessoal dos seus filhos e a manter-se presente na vida deles.

. A queda no desempenho escolar pode ser um indicador de outros problemas, psicológicos e afetivos. Fique atenta.

. A escola é o principal ambiente social em que seu filho circula. Dar suporte para os trabalhos em grupo na sua casa permite conhecer os amigos da criança ou adolescente e saber como ele se sai nos relacionamentos pessoais.


Combata o consumismo

Não conceda tudo o que seu filho pedir. Do contrário, ele pode não perceber nem valorizar o esforço que você faz para presenteá-lo. Acredite: perceber que você precisou batalhar para dar o que ele necessitava só vai aumentar a admiração e a gratidão de seu filho por você.

. Conscientize seus filhos sobre o valor do dinheiro. ''Na minha casa, cada filho tem um cofrinho. Assim, eles vão aprendendo sobre a necessidade de poupar para conseguir comprar o que quiserem'', diz a jornalista Fátima Bernardes.

. Concentre os presentes às datas do Natal e do aniversário. Assim, você incentiva os pequenos a fazer por merecer o que pedem.


Respeite o pai de seus filhos

Valorize as qualidades do pai de seus filhos, mesmo que esteja separada. Ao notar que você despreza o pai dela, a criança pode se sentir menos amada.

. Deixe o pai participar da rotina da criança, e não apenas arcar com as despesas. Isso faz seu filho sentir que é importante para o pai e fortalece sua auto-estima.

. Os pais devem estabelecer normas comuns para a educação das crianças. Quando o pai e a mãe não entram em acordo, o filho tende a aproximar-se de quem mais lhe convenha em cada situação, podendo tornar-se manipulador.

. Mandar seu filho para a casa do ex a cada sinal de problemas dá a sensação de que você não se importa de verdade com ele.


Não se afaste durante a adolescência

A busca por identidade própria pode afastar mãe e filhos durante a adolescência. Mas você pode diminuir esse abismo:

. A adolescência é uma fase de hipersensibilidade. Por isso, evite frases como ''Eu te avisei'' e ''Eu sabia!'' quando seu filho quiser conversar. Você faz o adolescente se sentir ridículo e fecha as portas para o diálogo.

. Construa a ponte. Os jovens se isolam quando estão sofrendo. Quando ele se fechar no quarto, leve um lanche na bandeja e crie a oportunidade para uma conversa. Ou simplesmente dê um abraço, sem fazer mais perguntas. Essa atitude demonstra que você percebe a dor dele e está disponível se ele precisar de você.

Fonte: www.mdemulher.abril.com.br

Foto: getty imagem


Espero que tenham gostado...não saiam sem comentar!!

Beijinhos Kakau